De janeiro a novembro deste ano, ocorreu um acréscimo de 6% na venda de vinhos finos, com a colocação de 18,3 milhões de litros no mercado brasileiro – volume maior do que o total de 18,1 milhões de litros de 2010. “Devemos alcançar 20 milhões de litros este ano, cerca de 10% a mais do que os 18,1 milhões de litros de 2010”, calcula o presidente do Ibravin, Júlio Fante.
Se somarmos os vinhos finos aos vinhos comuns (de mesa), a comercialização deve chegar a 255 milhões de litros em 2011. O crescimento até novembro é de 7,6% na venda de vinhos finos e de mesa, com a colocação de 228,5 milhões de litros desde janeiro até o décimo primeiro mês do ano.
O suco de uva 100% natural e integral continua sendo o grande destaque de vendas do setor vitivinícola. A expectativa é crescer 30% em 2011. Em 2010, foram vendidos inéditos 31,8 milhões de litros de suco de uva 100% natural e integral, que tem 100% da fruta, não tem adição de água nem açúcar. Este volume já foi ultrapassado com folga este ano.
As empresas do Rio Grande do Sul já comercializaram 37,4 milhões de litros de suco de uva nos 11 meses do ano, um acréscimo de 28,4% em relação ao mesmo período de 2010. A expectativa é fechar 2011 com um volume recorde no Brasil: a colocação de mais de 41 milhões de litros de suco de uva 100% natural e integral.
As importações de vinhos e espumantes aumentaram 3,4% de janeiro a novembro deste ano, com a entrada de 69,6 milhões de litros estrangeiros no País.
Os números apurados pelo Ibravin referem-se ao Rio Grande do Sul – origem de aproximadamente 90% da produção brasileira de vinhos e derivados –conforme o Cadastro Vinícola, mantido em parceria com a Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio (Seapa) e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). As informações não abrangem as empresas do restante do País em razão de outros estados brasileiros não implantarem o Cadastro Vinícola.
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