terça-feira, 29 de novembro de 2011

DOM PÉRIGNON

DOM PÉRIGNON



Nada mais alegre e gratificante do que saudar a passagem do ano com estrelas imortais. Dizemos isso sob a inspiração do monge francês Dom Pérignon (1639-1715). Ao inventar o champanhe, ele teria exclamado diante do vinho borbulhante: “Estou bebendo estrelas!”. Cumprindo um desígnio mágico, ele trouxe o céu um pouco mais perto da terra, ou nos levou mais perto dele. Tanto faz. Mas não são estrelas vulgares, pois a cada ano o champanhe se impregna de melhor qualidade, sem perder a juventude e a vivacidade. O champanhe encontra a glória em poucas marcas disponíveis no mercado. É o caso do champanhe DOM PÉRIGNON.
A históriaA luxuosa e famosa marca DOM PÉRIGNON pertencia a Maison Mercier, produtora de champanhe, mas não era utilizada. No fim do século XIX, uma jovem da família Mercier casou com um rapaz do clã Chandon. Como parte do dote, ofereceu a marca DON PÉRIGNON. Passaram-se anos sem que o nome fosse utilizado até que, em 1935, a equipe da Moët & Chandon resolveu fazer uma homenagem especial a seu distribuidor em Londres, Simon & Brothers, que comemorava aniversário. Engarrafou com a marca parte de um lote de champanhe da safra de 1921, que estava armazenado nas caves. Embarcou as caixas para Londres e o sucesso da extraordinária bebida foi absoluto. No ano seguinte a empresa decidiu estender a “brincadeira” e mandou um novo carregamento, dessa vez aos Estados Unidos. O DOM PÉRIGNON foi o primeiro champanhe cuvée (safrado), o que lhe deu enorme prestígio.

Aos poucos a grife recém-criada - quase por acaso - passou a ser distribuída em diversos países e tornou-se emblemática. O nome do champanhe era uma clara homenagem ao monge beneditino Pierre Pérignon, chefe da cava da Abadia de Hautvillers entre 1668 e 1715, que inventou a famosa bebida cheia de bolinhas desenvolvendo o método tradicional de fabricação desse vinho espumante. Segundo a história esse monge observou que os vinhos brancos locais sofriam uma segunda fermentação depois de engarrafados, produzindo borbulhas que estouravam as rolhas. Então experimentou amarrar as rolhas com arame, “domou” a segunda fermentação e criou o champanhe. Não por acaso, a empresa possui uma expressiva parcela dos vinhedos que anteriormente pertenciam à célebre abadia de Hautvilliers. Porém, a Moët&Chandon não foi a primeira a usar o nome do monge em seu produto. No século 19 pequenos produtores em Hautvillers dele fizeram uso para o seu vinho.

Em 1996, o renomado Richard Geoffroy assumiu o posto de enólogo responsável pela produção do champanhe DOM PÉRIGNON, degustando cerca de 10 mil garrafas de champanhe por ano e passando de 10 a 12 semanas por ano viajando pelo mundo para explicar a filosofia da marca. Uma década depois a marca inovou quando o famoso estilista alemão Karl Lagerfeld assinou a embalagem de uma edição limitada do novo champanhe DOM PÉRIGNON. Batizada de “A Bottle Named Desire” (“Uma Garrafa Chamada Desejo”), numa alusão ao filme “Um Bonde Chamado Desejo”, a bebida vinha em uma embalagem incrustada de jóias e com a assinatura do estilista ao preço de US$ 2.500.

Outros produtos de destaque da luxuosa marca são o champanhe top de linha DOM PÉRIGNON OENOTHEÉQUE (“acervo de vinhos” em francês), indicando que a safra atingiu seu auge em termos de maturidade, com sua complexidade exacerbada, onde somente algumas garrafas são selecionadas entre as melhores de cada safra para envelhecer por mais alguns anos até atingir o máximo de sua excelência; o moderno cooler de alumínio para condicionar as exclusivas garrafas dos famosos champanhes feitos pelo design Marc Newson; e o champanhe DOM PÉRIGNON ROSÉ VINTAGE, com aroma de frutas secas, como amêndoas e muito mais encorpada.

Em 2007 a marca, mais uma vez, surpreendeu o mercado com um produto único: para celebrar as festividades de final de ano, lançou a edição natalina com raros exemplares vintage de DOM PÉRIGNON ROSÉ (uma garrafa da safra 1966, duas garrafas da safra 1986 e três garrafas da safra 1996, acondicionadas com três flûtes de cristal num estojo de guitarra todo rosa, desenhado pelo estilista Karl Lagerfeld). Totalmente feitos à mão, os estojos de guitarra eram revestidos com couro de perca. O forro, todo feito de couro de carneiro, possuía cavidades para acomodar graciosamente as garrafas e as taças. O preço? Nada menos que 70.000 libras esterlinas (algo próximo a R$ 250.000, na época). Quem a comprasse ganharia “de graça” uma degustação com um enólogo do DOM PÉRIGNON na Abadia de Hautvillers, na França, local de nascimento da marca. Em 2010 a renomada marca fez uma homenagem ao artista pop Andy Warhol com o lançamento de uma edição especial composta por 6 garrafas exclusivas, onde cada uma tem no rótulo uma das cores mais marcantes do trabalho do artista e traz a safra 2000 do icônico vinho dentro em um inédito estojo para presente.

Recentemente a DOM PÉRIGNON criou um serviço exclusivo para casamentos, onde conta com um kit de 13 champanhes Vintage 2000 Magnums, sendo que a décima terceira garrafa vem com um rótulo personalizado feito de prata esterlina, gravado com o nome de ambos os noivos e a data do casamento. Em toda sua história a DOM PÉRIGNON fez apenas uma garrafa personalizada para o casamento do Príncipe Charles e da Princesa Daiana em 1981.

A produção
Elaborada unicamente nos anos de excepcionais safras, a Cuvée DOM PÉRIGNON é produzida a partir das castas nobres de uvas Chardonnay e Pinot Noir dos vinhedos selecionados entre os melhores “crus” da região. Depois de um longo envelhecimento nas adegas subterrâneas (entre 6 e 8 anos), o champanhe adquire toda a sua fineza e complexidade. Mas, para alcançar essa sensação, o champanhe tem, desde o início, uma proporção que varia de 40% a 60% dessas duas uvas. É o limite, embora a presença delas no assemblage (mistura dos vinhos que, depois da segunda fermentação, resultará no champanhe) seja variável. São produzidas cerca de 5 milhões de garrafas de cada vintage. Os champanhes comercializados em 2008 eram da excepcional safra do ano 2000. Já o champanhe rose é da safra de 1996.

Campanhas que fizeram históriaNa década de 90 a marca começou sua associação com a fotografia, patrocinando várias exposições e amostras. Karl Lagerfeld não é apenas conhecido como diretor criativo das grifes Chanel, Fendi e da sua própria marca, mas igualmente pela sua paixão pela fotografia. A associação do famoso estilista com a luxuosa marca de champanhe começou em 2007 quando a modelo tcheca Eva Herzigova foi a protagonista de uma campanha viral da marca criada por ele.

A campanha era composta por belas fotografias e pelo filme ROOM SERVICE (
clique aqui para assistir), que mostrava um relacionamento amoroso e casual entre uma mulher coberta de luxo e consumo e um homem sozinho num hotel de Paris. A única ligação que os dois tinham era o fato de ambos beberem DOM PÉRIGNON ROSÉ. A trilha sonora é um clássico: Diamonds are a girl’s best friends (“Diamantes são os melhores amigos das garotas”), imortalizada na voz da atriz Marilyn Monroe.

Em 2008, o estilista voltou a ser convidado pela famosa marca francesa de champanhe para dar um toque de glamour e elegância ao seu produto. O alemão escolheu a belíssima modelo Claudia Schiffer para ser a “rainha do champanhe”. Na nova campanha da marca, a modelo posa vestida de época num suntuoso cenário do século XVIII. O encontro VIP para a campanha chamada “Metamorphosis”, que possuiu ainda evento de lançamento do champanhe DOM PÉRIGNON OENOTHEÉQUE, safra 1995, no dia 26 de fevereiro, no chique restaurante The Landau, em Londres, reuniu a celebrada modelo alemã em fotografias do conterrâneo estilista. O comercial teve como base 40 sensuais registros da modelo em diferentes poses e personagens (de secretária recatada, garçonete a mercê do amado patrão, patroa com sex-appeal avassalador, dominadora em couro preto, japonesa, militar aliciada por guardas, assim como os de dama francesa), alinhados à nova versão da famosa bebida. Uma das curiosidades é que Claudia contracena com o segurança particular de Karl, Sebastien Jondeau, que aparece beijando seu pescoço enquanto ela usava um visual à la Maria Antonieta.

Dados corporativos
● Origem: França
● Lançamento: 1935
● Criador: Moët & Chandon
● Sede mundial: Epernay, França
● Proprietário da marca: Moët & Chandon
● Capital aberto: Não
● Chairman: Bernard Arnault
● Diretor internacional: Daniel Gaujac
● Faturamento: Nã
o divulgado● Lucro: Não divulgado
● Produção:
5 milhões garrafas por safra● Presença global: + 120 países● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 500
● Segmento: Bebidas alcoólicas
● Principais produtos: Champanhes
● Principais concorrentes:
Krug, Louis Roederer Cristal e Perrier-Jouet● Website: www.domperignon.com

A marca no mundo
Atualmente o champanhe DOM PÉRIGNON é consumido e encontrado nos mais luxuosos restaurantes e ambientes em mais de 120 países ao redor do mundo. Sua produção é limitada a pouco mais de cinco milhões de garrafas por ano.

Moët & Chandon

MOËT CHANDON

A marca MOËT & CHANDON tem o prazer de acompanhar todos os bons e grandes momentos da vida. Coroações, momentos históricos da humanidade, assinatura de grandes contratos, inaugurações, casamentos, nascimentos, réveillon e tudo o que se pode considerar digno de uma celebração. Símbolo da tradição e, acima de tudo, da excelência, honra com sua elegância não só as cerimônias reais, mas também os grandes acontecimentos da moda e eventos gastronômicos. A busca constante pela inovação é o segredo da manutenção do sucesso. Essa é a essência da MOËT & CHANDON: inovação na vitivinicultura e na criação de vinhos que expressem a fineza do terroir e as melhores qualidades da região de Champagne.

A história
A Maison MOËT & CHANDON foi fundada por Claude Moët, descendente de uma família tradicional, em Épernay, região de Champagne na França, no ano de 1743, quando este passou a dedicar-se exclusivamente à produção e à venda de seus vinhos. Desde a sua criação, o champanhe MOËT & CHANDON mereceu a preferência dos grandes: fornecedor das atuais cortes reais européias (Inglaterra, Bélgica, Holanda, Dinamarca e Suécia e também da Corte Pontifical) foi justamente entre os soberanos e os aristocratas que o mais célebre dos vinhos iniciou sua cintilante carreira e ascensão rumo ao sucesso. Madame Pompadour, amante de Luis XIII, foi a primeira embaixadora da MOËT & CHANDON.


Em 1750 a marca ingressou no mercado inglês, em 1755 na Alemanha, em 1761 na Espanha, em 1762 na Rússia e em 1787 finalmente na América. Foi seu neto, Jean-Rémy Moët, que contribuiu para a expansão e crescimento da marca em mercados estrangeiros, transformando a marca em símbolo de esplendor, prazer e prestígio. No início do próximo século, em 1801, ao ser eleito prefeito de Épernay, Jean-Rémy Moët decidiu que as pessoas importantes que eventualmente cruzassem a região de Champagne, a 150 quilômetros de Paris, deveriam se hospedar em sua propriedade. Com isso, o consumo da bebida aumentou significativamente. Quando os Prussianos ocuparam a Maison em 1814, Jean-Rémy proclamou: “Os oficiais que hoje estão me arruinando irão, eventualmente, fazer a minha fortuna. Aqueles que beberem do meu vinho hoje se tornarão meus representantes, falando da maravilha de minha bebida quando voltarem a seus lares”. Alguém tem dúvida de que sua profecia se cumpriu?


A empresa passou a chamar-se MOËT & CHANDON quando este homem empreendedor entregou em 1832 a administração da tradicional Maison ao filho Victor Moët e ao genro Pierre-Gabriel Chandon. No ano de 1869, em comemoração aos 100 anos do nascimento de Napoleão Bonaparte, um dos mais ilustres apreciadores de suas borbulhas, foi lançado o primeiro carregamento do champanhe MOËT & CHANDON BRUT IMPÉRIAL, que passou a ser impressa no rótulo na década seguinte. Em 1891 foi inaugurado o famoso restaurante Maxim’s em Paris e o champanhe MOËT & CHANDON se tornou o mais popular champanhe do sofisticado estabelecimento.


Nas décadas seguintes a marca manteve seu crescimento e sofisticação conquistando cada vez mais os sofisticados paladares do planeta. Em 1962 se tornou a primeira empresa do segmento a ter suas ações comercializadas na Bolsa de Valores de Paris. Somente em 1968 a marca começou sua expansão para o mercado americano. Três anos depois a empresa se fundiu com a Hennessy, tradicional produtora de conhaque, e em 1987 com a Louis Vuitton, formando assim o maior conglomerado de marcas de luxo do mundo: o LVHM. A última campanha da marca protagonizada pela bela Scarlett Johansson e a presença de seus champanhes em eventos como o Oscar são apenas alguns dos fatores que mantém a MOËT & CHANDON no topo de seu segmento.


Há quem ache a customização de produtos de luxo um sacrilégio, mas a tradicional marca francesa fechou, no final de 2009, uma parceria com a Swarovski, especializada em cristais, para personalizar garrafas de champanhe. Inédito no Brasil, esse projeto durou até dezembro em uma loja, no shopping Iguatemi, em São Paulo, batizada de Ateliê Moët. Lá os fãs do champanhe podiam encomendar uma garrafa com uma palavra escrita com cristais. Também recentemente, o estouro do champanhe passou a ter mais classe do que se imagina. É que a MOËT & CHANDON criou um porta-garrafa bem requintado. Batizado de Moët Celebration Case, ele conta com uma Brut Impérial de 1.5 litros, oito taças e oito bolas douradas. Dentro de cada uma, há um pingente sob a forma do mapa-múndi cravejado com um cristal swarovski em diferentes cores. Os pingentes servem para serem encaixados na base da taça.


A linha do tempo
1842
Lançamento do primeiro champanhe GRAND VINTAGE da marca, produzido somente em anos de safras excepcionais, respeitando o estilo da Maison e expressando as particularidades da colheita. O mais recente lançamento desta gama exclusiva, ocorrido em 2007, é o MOËT & CHANDON GRAND VINTAGE 2000, o 67º desde a criação desta edição de champanhes.
1843
Lançamento do champanhe DRY IMPÉRIAL para comemorar a entrada do primeiro século de vida da empresa.
1856
As designações “Dry” e “Sec” começaram a aparecer nos rótulos dos champanhes da marca francesa. 1869
Em homenagem a Napoleão Bonaprte, a designação “Impérial” começou a ser utilizada nos rótulos de suas preciosas garrafas.
1986
Lançamento da campanha “Moët, the champagne of winners” para comemorar 20 anos de presença na Fórmula 1 (o champanhe estava na categoria desde 1966).
1995
Lançamento no mercado de três novos champanhes, a BRUT 1er CRU, BRUT ROSÉ RÉSERVE IMPÉRIALE e a NECTAR IMPERIAL (uma variação generosa e macia do estilo MOËT & CHANDON, é um champanhe demi-sec, elegante, harmonioso e o mais untuoso da gama impérial).
1998
Lançamento do MOËT ROSÉ, o champanhe mais extrovertido e sedutor da marca, que possui cor rosa vivo, com tons vermelhos dominantes e reflexos roxos. Introduzido primeiro na Europa, onde também é vendido na versão mini (200 ml) para beber de canudinho.
1999
Para comemorar a virada do século a marca criou a ESPRIT du SIÈCLE, um champanhe e feito com a combinação de 11 millésimés escolhidos entre as reservas de 1900 a 1995. Desse champanhe especialíssimo, foram produzidas apenas 323 garrafas magnum (de 1.5 litros) para o mundo todo. O preço era proporcional à exclusividade: US$ 20 mil cada uma.
2006
Lançamento da Be Fabulous, uma edição limitada do champanhe MOËT & CHANDON BRUT IMPÉRIAL com a garrafa cravejada e decorada em dourado com o Golden Swarovski Crystallised Elements (ouro cristalizado Swarovski).
2008
Lançamento da edição especial dedicada às mulheres chamada Coffrets, uma poderosa caixa de madeira laqueada, acolchoada e forrada com pele de carneiro cor-de-rosa, em que repousa a garrafa Jeroboam (3 litros) da deliciosa MOET CHANDON ROSÉ, trancada por uma chave dourada com pingente também cor-de-rosa, tudo com ares de boudoir do século XVIII. Apenas 75 unidades foram produzidas, que podem ser adquiridas pelo preço de R$ 6 mil.
Lançamento do MOËT & CHANDON MIDNIGHT GOLD, um case de edição limitada e com design de Camille Toupet, feito com pele de cordeiro, coberto com ouro e cristais Swarovski costurados artesanalmente. Tudo inspirado nas borbulhas de champanhe.
2009
Lançamento da edição especial e limitada com CHILL BOX, que além de ser um elegante estojo cilíndrico dourado, serve como cooler, onde através de uma inovadora tecnologia, sem utilizar gelo ou água, resfria o champanhe a 10°C em 15 minutos, conservando-o assim por quase duas horas.
Lançamento da MOËT CELEBRATION CASE, um luxuoso coffret que trazia uma generosa Magnum (garrafa de 1.5 litros) de Moët Impérial, um Chiller que permitia gelar a garrafa em apenas 15 minutos sem necessidade de gelo nem água, 8 taças de cristal e 8 Moët bubbles (borbulhas douradas). Cada borbulha continha uma jóia: uma Medalha adornada com cristais Swarovski de diferentes cores para personalizar as taças.


A sede
As caves da MOËT & CHANDON estão localizadas na estreita rua principal da cidade de Épernay, à uma hora de trem de Paris. A empresa, que possui e utiliza as mais avançadas tecnologias na produção de champanhes, prefere se apresentar aos seus visitantes não com esse lado moderno que qualquer empresa com dinheiro pode comprar, mas sim com toda a sua tradição e história de séculos nesse mercado cada vez mais concorrido. A bela construção, que data do início do século XIX, foi restaurada na medida para manter a história e elegância dos salões e oferecer conforto aos visitantes.


Há visitas guiadas a cada vinte minutos em vários idiomas, onde é possível conhecer um pouco da história da empresa, seu relacionamento com a nobreza e com Napoleão, suas fusões e aquisições até tornar-se uma marca global nos dias de hoje. Na recepção pode-se encontrar as garrafas dos grandes prêmios de fórmula 1 autografadas por Ayrton Senna. Um DVD mostra os lindos vinhedos de onde vem a matéria prima do seu produto e as características do solo e clima da belíssima região de Champagne, que fazem esse produto único. Depois o visitante é convidado a descer uma longa escada que entra terra adentro. Lá embaixo, na penumbra das galerias subterrâneas, a uma temperatura de mais ou menos doze graus, o chão é de terra e as paredes de pedra e úmidas. Neste ambiente é apresentada cada etapa da produção da bebida, desde o assemblage do champanhe, que é feito por uma equipe de apenas treze pessoas lideradas por um Chef de Cave que prova a cada ano mais de 100 vinhos para produzir o champanhe mais famoso do mundo, até o processo de girar as garrafas, colocadas em estantes de madeira com o gargalo levemente inclinado para baixo, que é feito por um único homem que trabalha na empresa há trinta e cinco anos e gira em média cinqüenta mil garrafas por dia. O visitante aprende também que o Chef de Cave (Benoit Gouez) e sua equipe nunca viajam juntos no mesmo avião. A visita é encerrada com a degustação de uma taça do famoso champanhe.


Os slogans
Be Fabulous. (2006)
Lê Moment. Lê Champagne. (1994)
The Living Legend. (MOËT CHANDON IMPÉRIAL)
The Glamourous Champagne. (MOËT CHANDON ROSÉ)
The Daring Champagne. (MOËT CHANDON NÉCTAR IMPÉRIAL)


Dados corporativos
● Origem: França
● Fundação: 1743
● Fundador: Claude Moët
● Sede mundial: Épernay, França
● Proprietário da marca: LVHM
● Capital aberto: Não
● Chairman: Bernard Arnault (LVHM)
● CEO: Daniel Lalonde
● Faturamento: US$ 900 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Valor da marca: US$ 4.021 bilhões (2010)
● Produção: 28 milhões de garrafas
● Presença global: 150 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 1.200
● Segmento: Champanhes
● Principais produtos: Champanhes
● Ícones: As borbulhas de seu champanhe
● Slogan: Be Fabulous.
● Website: http://www.moet.com/

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MOËT & CHANDON está avaliada em US$ 4.021 bilhões, ocupando a posição de número 79 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

Veuve Clicquot

Esta Mulher de fibra Foi responsável por inspirar mulheres a lutarem
por espaço no mundo dos negocios graças a ela hoje temos mulheres de fibra em todas as partes do mundo,me orgulha muito saber que você existiu sra.Clicquot que sua alma esteja entre os anjos seu legado seja respeitado e mantido por aqueles que hoje lhe representam.
Sabiam mais a respeito desta semi-deusa dos negocios no livro citado abaixo:

Ganhei dos meus amigos a biografia da Viúva Clicquot, escrito pela pesquisadora e historiadora norte-americana Tilar Mazzeo e publicado pela Editora Rocco. Agora estou no finzinho e a história da viúva é realmente impressionante.
Depois de perder o marido muito nova, com uma filha pequena para criar, Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin decidiu levar adiante o negócio da família numa Europa varrida pelas guerras napoleônicas. Foram muitos anos de trabalho duro até consolidar a marca que se tornou sinônimo de luxo no mundo todo.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ranking Playboy 2011 veja as que constam na lista,Parabéns Vinícola Perini

Pela segunda vez, a revista PLAYBOY promoveu uma degustação da qual resultou um especialíssimo ranking de espumantes nacionais. Como na estreia dessa avaliação, realizada em agosto de 2008, mais uma vez a prova foi às cegas. As garrafas foram abertas longe dos olhos dos avaliadores e iam à mesa envoltas em papel-alumínio.
A equipe de degustadores: 21 rótulos avaliados (Foto: Camila Gomes)
Para definir os dez primeiros colocados, foram selecionados 21 rótulos considerados os melhores do Brasil. “Escolhermos os espumantes tops, os principais representantes de cada vinícola”, explica Jardel Sebba, editor de PLAYBOY.
A revista reuniu nove especialistas no dia 11 de novembro. Foram convidados Alexandra Corvo (proprietária da escola Ciclo das Vinhas), Gabriela Monteleone (sommelière do D.O.M. e do Dalva e Dito), Júlia Rezende (sommelière do Dressing), Gianni Tartari (sommelier do Emiliano), Mauro Marcelo Alves (colunista de vinhos da revista Gula), Ricardo Castanho (editor do GUIA QUATRO RODAS) e Rick Anson (professor de enologia do Senac, São Camilo e UNG), além deste jornalista. A consultoria técnica foi de Gustavo Andrade de Paulo, – diretor executivo da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-SP).
O método utilizado foi do italiano método Giancarlo Bossi. O especialista criou uma ficha dividida entre exames visual (até 16 pontos ), olfativo (até 24 pontos) e gustativo (até 60 pontos).
Sebba, conta que “todas as garrafas foram compradas pela revista em lojas especializadas nas 24 horas que antecederam a degustação, e o fato de estarem disponíveis para pronta-entrega em São Paulo também serviu como fator preponderante para chegarmos à lista final dos avaliados”.
Bem, você deve estar curioso em saber quais foram os espumantes provados. Confira a lista:
▪ Casa Perini Brut (Campeá)
▪ Casa Valduga 130 Brut
▪ Cave Geisse Brut
▪ Cave Pericó Brut
▪ Chandon Excellence Cuvée Prestige
▪ Chateu La Cave Brut
▪ Dádivas Brut
▪ Dal Pizzol Brut
▪ Dom Cândido Brut
▪ Don Laurindo Brut
▪ Garibaldi Moscatel
▪ George AubertExtra Brut
▪ Marcus James Brut
▪ Miolo Millésime Brut
▪ Peterlongo Elegance Brut
▪ Pizzato Brut
▪ Ponto Nero Brut
▪ Salton 100 anos
▪ Terranova Moscatel
▪ Valdemiz Moscato
▪ Vallontano Brut
O resultado dos dez melhores você saberá em primeira mão aqui no blog no dia 2 de dezembro.
Uma dica preciosa para quem está organizando as festas de fim de ano. Tintim!

Prêmio carrinho de ouro 2011 Agas,veja os 30 ganhadores



Confira a lista completa dos agraciados:

CATEGORIA GANHADOR

1 Melhor Fornecedor de Alimentos Congelados BR Foods
2 Melhor Fornecedor de Matinais e Farináceos Nestlé
3 Melhor Fornecedor de Cafés Melitta
4 Melhor Fornecedor de Massas Orquídea
5 Melhor Fornecedor de Biscoitos Isabela
6 Melhor Fornecedor de Conservas E Temperos Fugini
7 Melhor Fornecedor de Chocolates Nestlé
8 Melhor Fornecedor de Balas E Doces Ritter
9 Melhor Fornecedor de Alimentos Refrigerados Cooperativa Piá
10 Melhor Fornecedor de Laticínios Cooperativa Santa clara
11 Melhor Fornecedor de Sucos Em Pó Parati
12 Melhor Fornecedor de Sucos Prontos CBS
13 Melhor Fornecedor de Refrigerantes Vonpar
14 Melhor Fornecedor de Cervejas Ambev
15 Melhor Fornecedor de Artigos de Higiene e Beleza Unilever
16 Melhor Fornecedor de Produtos de Limpeza Girando Sol

17 Melhor Fornecedor de Vinhos E Espumantes Vinícola Aurora
18 Melhor Fornecedor de Papeis Kimberly-Clark Brasil
19 Melhor Fornecedor de Não Alimentos Tramontina
20 Melhor Promoção Comercial na Expoagas 2011 Mili
21 Distribuidor do Ano Oniz
22 Lançamento de Produto do Ano - Setor Mercearia Achocolatado Alpino – Nestlé
23 Lançamento de Produto do Ano - Setor Bazar Balde com rodas e acessórios - Sanremo
24 Lançamento de Produto do Ano - Setor Perecíveis Iogurte Essence - Cooperativa Piá
25 Anunciante do Ano SLC Alimentos
26 Gerente Destaque do Ano Carlos Totti – Mosmann Alimentos
27 Empresário do Ano Ricardo Vontobel - Vonpar
28 Reconhecimento Agas Vitor Augusto Köch – Sebrae
29 Homem Público Destaque do Ano Marco Maia - Presidente da Câmara dos Deputados
30 Mulher Supermercadista Elzina Pfitscher – Supermercados Gecepel


Imprensa Agas - (51) 2118.5206
Francisco Brust - (51) 9194.7991 | imprensa@agas.com.br
  
Assessoria de Imprensa de Apoio 
Enfato Comunicação Empresarial - (51) 30.261.261 
Direção: Mariana Turkenicz - mariana@enfato.com.br  - (51) 8121.7062 
Atendimento: Reinaldo Fontes – reinaldo@enfato.com.br - (51) 8478.0296

Até na formula 1,esta Miolo está demais parabéns...

Miolo PB

Miolo na área Vip da Mercedes GP Petronas no GP-Brasil de Fórmula-1

Nem francês, nem italiano. Os vinhos escolhidos pela equipe européia Mercedes GP Petronas para serem degustados em eventos paralelos ao GP Brasil de Fórmula-1 serão da Miolo Wine Group. Os seletos convidados dessa equipe poderão experimentar vinhos Miolo da linha Reserva, além do Cuvée Giuseppe e do Bueno Paralelo 31.
Conforme Fabiano Maciel, gerente de Exportações da Miolo, o negócio somente foi fechado graças ao trabalho que a empresa vem desenvolvendo no Reino Unido, sede da escuderia. Os produtos da Miolo estão na carta de vinhos de restaurantes conceituados como o Fifteen, do chefe a apresentador britânico Jamie Olivier, o Buddha Bar e o Benares.

Miolo Faz um Time de premiações 11 no total no concurso de livramento

Miolo PB.jpg


Miolo conquista onze medalhas no 8º Concurso
Nacional de Vinhos Finos e Destilados do Brasil

Onze rótulos da Miolo Wine Group foram premiados durante o  8º Concurso Nacional de Vinhos Finos e Destilados do Brasil, que ocorreu esta semana em Santana do Livramento (RS). Organizado pelo Concurso Mundial de Bruxelas, o evento concedeu a medalha Grande Ouro ao Quinta do Seival Cabernet Sauvignon e ao Cuvée Giuseppe. Outros sete vinhos da marca receberam distinção de Ouro e dois de Prata.
Participaram do concurso 210 amostras de vinhos (brancos, tintos e espumantes) e 38 destilados.

Confira todos os rótulos premiados da Miolo:

GRANDE OURO
Quinta do Seival Cabernet Sauvignon 2008
Miolo Cuvée Giuseppe Cabernet Merlot 2009

OURO
Merlot Almadén 2011
Cabernet Sauvignon Rosé Almadén 2011
Miolo Seleção Pinot Grigio / Rieslin 2011
Espumante Meio-Doce Almadén
Gewurztraminer Almadén 2011
Cabernet Sauvignon Almadén 2010
Miolo Seleção Tempranillo/Touriga 2010

PRATA
Tannat Almadén 2011
Rar Collezione Viognier 2010

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Vinho Tinto Faz bem para Saúde Bocal

Vinho tinto é bom para a saúde bucal

Saúde! A taça de vinho tinto que você bebe todos os dias para melhorar a saúde do coração ou a saúde geral também pode estar ajudando a manter sua boca saudável por inibir a cárie dentária e a doença gengival.

Estudos na Itália mostram que substâncias químicas presentes no vinho tinto chamadas de proantocianidinas, fitonutrientes encontrados em alimentos como uvas, maçãs e chocolate que possuem propriedades antioxidantes, parecem evitar que a bactéria Streptococcus mutans, causadora da cárie dentária, adira à saliva e aos dentes.

Pesquisadores italianos removeram o álcool de um vinho tinto italiano de alta qualidade, adicionaram esse vinho sem álcool a culturas de S. mutans na saliva, dentes extraídos cobertos com saliva e pérolas cerâmicas de cálcio cobertos com saliva. Verificaram que a adição do vinho impediu que as bactérias grudassem na saliva e nos dentes.

Os pesquisadores italianos afirmam que gostariam de estudar os efeitos do suco de uva no S. mutans no futuro.

Pesquisas conduzidas na Universidade Cornell em Nova York e no Canadá constataram que os polifenóis, substâncias químicas presentes nas sementes de uva e no vinho tinto que ajudam a neutralizar o efeito nocivo dos átomos de radicais livres no corpo, parecem ajudar a limitar a inflamação causada pela gengivite, ou infecções bacterianas das gengivas. Limitar a inflamação também pode proteger contra doença periodontal, uma forma mais séria de gengivite que pode levar à cárie dentária ou perda dental.

"Nossos achados demonstram que os polifenóis do vinho tinto possuem potentes propriedades antioxidantes", concluem os autores do estudo da Universidade Laval em Quebec, Canadá.

Pesquisas não são tão claras a respeito dos benefícios dos vinhos brancos, e alguns pesquisadores dizem que o alto conteúdo ácido do vinho branco pode provocar erosão do esmalte dental.

A American Dental Association oferece aos consumidores mais informações sobre a conexão entre uma boca saudável e um corpo saudável e o reconhecimento, o tratamento e a prevenção da doença gengival; e informações sobre dieta e saúde no site ADA.org (em inglês).

domingo, 20 de novembro de 2011

Miolo Chega Na Terra De Jack Cham!A China...


Miolo PB.jpg

Miolo é a primeira vinícola brasileira a abrir loja na China

A Miolo Wine Group, uma das responsáveis por projetar o vinho fino nacional no mercado externo, mais uma vez larga na frente com a abertura da primeira loja de marca própria na China. A loja foi inaugurada em Shanghai, maior cidade do país, que promete ser o sexto maior consumidor mundial da bebida até 2014, conforme relatório de mercado divulgado pela Vinexpo este ano.
            A iniciativa foi da empresa local Ningbo Ke Peng, importadora exclusiva da Miolo. “Os vinhos brasileiros ainda são novidade na China, mas já despertam a simpatia de quem os degusta", afirma a importadora Jannie Jian. A Miolo ingressou no mercado chinês há cerca de um ano e já embarcou até agora cerca de 40  mil garrafas para o país.  A loja oferece os rótulos mais sofisticados da Miolo, entre eles, Lote 43, Quinta do Seival Castas Portuguesas e Merlot Terroir.
De acordo com o documento divulgado pela Vinexpo,  o consumo de vinhos dobrou na China entre 2005 e 2009, chegando a 1,156 bilhões de garrafas. Apesar de ser o país mais populoso do mundo, o consumo per capita ainda é pequeno - apenas um litro por ano, o que configura um grande potencial de crescimento segundo a gerente de Relações Internacionais da MWG, Morgana Miolo. “A grande vantagem de uma loja da Miolo em Shanghai é a visibilidade que teremos e a oportunidade do consumidor chinês encontrar os rótulos da Miolo em um local exclusivo, onde poderá conhecer melhor nossos vinhos”, afirma ela.

Agora é tudo Miolo,A fusão está completa

Miolo Color.jpg

Miolo concretiza fusão de suas empresas

O Grupo Miolo concluiu a operação de fusão iniciada em outubro de 2009, a partir da aquisição conjunta da Vinícola Almadén com as famílias Randon e Lovara.  A empresa anuncia a criação da Miolo Wines S/A, que será a controladora de todos os empreendimentos do grupo, reunindo participações das famílias Miolo, Randon e Benedetti/Tecchio.

A fusão torna o grupo mais forte e preparado para atender um mercado cada vez mais promissor, na medida em que o Brasil passa por um momento importante de crescimento econômico. Além disso, a fusão proporcionará uma maior penetração nos mercados internacionais (atualmente os produtos Miolo são exportados para mais de 30 países). Um dos objetivos é chegar em 2020 com 30% da produção destinada ao mercado internacional.

O grupo também se prepara para chegar em 2020 com faturamento anual de R$ 500 milhões, consolidando sua posição como líder nacional na produção de vinhos finos e espumantes e visando estar entre os três maiores grupos de vinhos da América do Sul. Em oito anos, a empresa projeta elaborar e comercializar, por ano, 20 milhões de litros de vinhos finos e espumantes, um milhão de litros de brandy e possuir 2 mil hectares de vinhedos próprios.

“Estou muito satisfeito em ver que a nossa empresa, de centenária tradição vitivinícola, cresceu muito nesses últimos anos e agora com essa importante fusão terá a possibilidade de se tornar uma grande empresa a nível mundial”, afirma Darcy Miolo, presidente do Conselho de Administração da empresa.

O grupo, de capital fechado, integrará quatro empresas de produção em três regiões brasileiras: Vinícola Miolo (Vale dos Vinhedos/RS), Projeto Seival Estate e Vinícola Almadén (Campanha/RS) e Vinícola Ouro Verde (Vale do São Francisco/BA), além da comercializadora Miolo Wine Group.

Atualmente, o novo grupo possui 1,2 mil hectares de vinhedos próprios, produção de 12 milhões de litros de vinhos finos e espumantes e 300 mil litros de brandy, além de um quadro de 650 funcionários diretos. O faturamento previsto para 2011 deve atingir R$ 120 milhões.

Para concretizar essa fusão que teve inicio em 2009, os sócios contrataram a PricewaterhouseCoopers, a psicóloga e consultora Magda Geyer Ehlers  para fazer a profissionalização e sucessão familiar, o advogado gaúcho Zulmar Neves, o economista Carlos Rossi e o assessor contábil Adelar Colombo. Os profissionais apoiaram na criação do melhor modelo societário visando preparar a empresa para dar continuidade ao seu plano de expansão.

A família Miolo permanece com o controle acionário do grupo e passa a contar com sócios com experiência muito sólida no mundo empresarial. A família Randon e a Lovara ingressam como importantes sócios estratégicos. Raul Randon é o fundador das empresas Randon, grupo classificado entre os mais importantes no setor de transporte para cargas terrestres, também atuante nos segmentos de autopeças e sistemas automotivos, além dos serviços de consórcio e banco. A Lovara, de propriedade das famílias Benedetti/Tecchio, é parceira da Miolo de longa data, desde a aquisição da Vinícola Ouro Verde, no ano 2000. A relação com a família Randon também já é antiga, a partir da elaboração do vinho RAR, iniciada em conjunto com a Miolo em 2002.

“Nós trabalhamos intensamente nestes últimos dois anos o conceito da fusão das empresas vinícolas, seguindo o exemplo ensinado pelo empresário Raul Randon. Isso possibilitará ganhar musculatura para enfrentar os desafios de competir no mercado de consumo”, afirma João Benedetti, integrante do Conselho de Administração.

“Acredito muito no negócio do vinho no Brasil. Esse ainda é um setor muito jovem, e precisamos ter empresas fortes e bem preparadas para ter um crescimento que faça frente ao desafio de desenvolver o setor no futuro,” diz Raul Randon, integrante do Conselho de Administração.

Conforme Adriano Miolo, superintendente do grupo, a fusão propiciará uma série de sinergias nas questões financeira, tributária, de produção, de mercado e de portfólio. “O grupo contará com três marcas fortes: a Miolo fortalecerá seu conceito de marca de vinhos Premium. A Terranova, com conceito jovem e inovador, e a marca Almadén será potencializada no seu conceito de excelente relação custo-benefício”, afirma.

O novo modelo também impulsionará a empresa a dar continuidade à sua trajetória de expressivo crescimento ocorrido na última década. Antes do ano 2000, a Miolo faturava menos de R$ 1 milhão e chegou em 2010 com faturamento de 100 milhões, crescendo 100 vezes em 10 anos, e pretende crescer mais cinco vezes nesta década.